segunda-feira, 9 de maio de 2016



AMOR DE OUTROS TEMPOS

Vez em quando vou lhe ver
Vou de sombrinha na mão
De olhar preso ao chão
Vou ao antigo
E já não corro perigo
Tudo se modificou
Vou de alma leve
Vou para uma estadia breve
Vou lhe ver nas lembranças
Vejo nós dois crianças
Eu de tranças
Vejo teu primeiro terninho
Meu vestidinho
Era godê
E vejo uma cena pitoresca
Eu dançando bambolê
E você batendo palmas, batendo palmas
Meu coração disparava naquele tempo
Virava um cavalo atrevido
Teu olhar ficava preso
Preso ao meu vestido
E eu dançava, girava, rodopiava
Eu lhe amava

sonia delsin 

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